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Exposição  na Casa Camelo "Um espelho colado aos olhos" Coletivo Panacea

EVA


Erva Eva
80 x 160 cm
2015
Gabriela Brasileiro

Tão Longe... Tão Perto...


Tão longe, tão perto...

Tão perto, tão longe...



Tão longe
60 x 60 cm2015
Gabriela Brasileiro

Tão perto
60 x 60 cm
2015
Gabriela Brasileiro

a·bra·ço

a·bra·çar Conjugar
(a- + braço + -ar)
verbo transitivo
1. Cingir com os braços.
2. Dar um abraço em.
3. Compreenderestender-se a.
4. Admitiraceitarseguir.
5. Cercar.
verbo pronominal
6. Dar abraços recíprocos.
7. Aproximar-se de um ponto e segui-lo.

"abraço", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abra%C3%A7o [consultado em 20-05-2015].




 Fim do Abraço
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro
Meio do Abraço
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro

Início do Abraço
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro


Os Amantes

Os padrões e repetições sempre foram fonte de pesquisa em minhas pinturas.  Nesta série exploro as estamparias referentes a culturas pesquisadas se misturando em camadas de tecidos pintados na superfície tela. Aqui me refiro às relações humanas mundiais utilizando uma releitura da obra “Os amantes” de René Magritte. Imagem emblemática sobre as relações que podem ser a expressão da falta de comunicação ou ilusão da própria comunicação.


Os amantes de Gaza
Acrílica s/tela
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro
Os amantes partidários
Acrílica s/tela
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro

Os amantes Sociais
Acrílica s/tela
40 x 40 cm
2015
Gabriela Brasileiro



Os amantes Tropicais
Acrílica s/tela
120 x 150 cm
2015
Gabriela Brasileiro



Jardim Imaterial

O mundo se apresenta para a criança de maneira mais curiosa que para o adulto, penso eu. Quem se lembra de se esconder atrás de cortinas, inventar companhias ou imaginar estórias? Voltando para a infância, como eram os móveis de sua casa? Detalhes e estampas das cortinas, azulejos? E os caminhos rotineiros? Quem se lembra? É nessa perspectiva que a série “Jardim Imaterial” vai se basear. Uma homenagem a tudo aquilo que ficou, de alguma maneira, registrado em nossas memórias, e que ainda recordamos de forma desfragmentada e com certo saudosismo.

Para esta série de pinturas desejo criar um “álbum” em homenagem à infância utilizando de uma narrativa não linear onde haverá referências de diversas origens. Principalmente, exploro a fotografia como recurso para produção pictórica, dispositivo capaz de suscitar encontros. Fotografias de minha infância se misturam a imagens de terceiros e geram um lugar confortável para os que virão ao encontro de minha pintura depositar suas próprias lembranças. Tornando a obra final o próprio lugar de experiências e memórias emprestadas, compartilhadas. Construção e desconstrução da imagem, vice-versa.